Adm. Giovanni Sangiovani

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

ECONOMIA! PREVISÃO 2013 - BRASIL - PARTE 2




Previsão econômica do Brasil para 2013, parte 2. Pra quê que serve? Vou reforçar: têm vários motivos um deles é mera informação, pois, pelo menos você não fica calado numa mesa de “buteco” escutando asneira e conversa fiada sobre política econômica sem poder dar palpite e/ou complementar o fechamento do assunto. Eu sei que um saco, mas, garanto a você, vai se dar bem numa mesa de “buteco”.


Veja dez expectativas e temores dos economistas para 2013

1-JUROS MENORES? - A maioria dos economistas aposta que a taxa básica de juros do país vai ser mantida em 7,25% ao ano ao longo de 2013. Mas diante das perspectivas de baixo crescimento da economia, não está descartada uma possível redução dos juros ainda no início deste ano.

2-INFLAÇÃO AINDA ASSOMBRA - Especialistas temem que a taxa de inflação continue a ficar em níveis desconfortáveis e sugerem que o investidor, ao buscar alternativas de aplicação, reserve uma parcela do dinheiro para produtos que busquem acompanhar ou superar o índice de preços IPCA, como o título federal NTN-B.

3-FUNDOS DI PERDEM APELO - Aplicações que perseguem a taxa básica de juros (a Selic), a exemplo dos fundos DI ou os CDBs pós-fixados, tendem a perder apelo em 2013 diante de um cenário de juros estáveis mas inflação em alta.

4-AÇÕES VALEM A PENA? - Embora haja algum otimismo entre os especialistas a respeito do mercado de ações, sem um cenário claro do que pode acontecer na economia mundial o apelo das Bolsas tende a ser limitado.

5-SEJA SELETIVO NA BOLSA - Especialistas afirmam que ações de empresas brasileiras ligadas ao consumo doméstico (que subiram muito em 2012) ainda devem merecer a atenção do investidor neste ano. O baixo nível de desemprego, o aumento da renda e o crescimento da oferta de crédito ainda favorecem os papéis das empresas de varejo, aponta a Geral Investimentos. Há riscos, no entanto, por conta da alta inadimplência.

6-A OPÇÃO DOURADA - Os preços do ouro subiram com força nos últimos três anos, mas alguns especialistas avaliam que o metal não vai ficar mais barato em 2013. Em um cenário ainda tenso para a economia mundial, o ouro deve ter demanda com um modesto crescimento nos preços ao longo do ano que vem.

7-FELIZ 2014 - Há pouco otimismo em relação à economia mundial em 2013, principalmente por conta da situação dos países mais desenvolvidos. As projeções mais positivas indicam um crescimento, no máximo, igual ao esperado para 2012, em torno de 3%, mas acelerando em 2014. O banco americano Wells Fargo prevê um crescimento acima de 3% para o Brasil e outros países emergentes no ano que vem. Índia (6,5%) e China (8,3%) também devem crescer.

8-EUA PODEM MELHORAR - Especialistas avaliam que o primeiro semestre vai mostrar um crescimento bastante fraco da economia americana, em parte devido à espera dos empresários e consumidores pelo desfecho das discussões a respeito do abismo fiscal. Mas a economia tende a crescer com mais força na segunda metade do ano.

9-O RISCO DA EUROPA - Embora economistas elogiem os esforços das autoridades europeias para preservar a moeda euro e ajudar os países em pior situação, as expectativas para o Velho Continente estão longe de ser róseas. O risco de saída da Grécia do bloco da moeda comum ainda não está descartado. Para a gestora Credit Suisse Hedging-Griffo, um cenário de estagnação da economia da zona do euro em 2013 não pode ser classificado como pessimista.

10-CHINA SEGUE COMO LOCOMOTIVA DO MUNDO - Embora muitos concordem que a China vai moderar seu ritmo de crescimento, as projeções indicam que a economia deve ter incremento de pelo menos 8% neste ano e em 2014. O banco UBS aponta três riscos para o país: mais agitações sociais, limitação aos investimentos das empresas e confrontos militares com os países vizinhos.

Fonte: Epaminondas Neto , do UOL.

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