Adm. Giovanni Sangiovani
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segunda-feira, 1 de abril de 2013

REDES SOCIAIS - UTILIZE COM MODERAÇÃO




A utilização das redes sociais como Facebook, twitter , Linkediin e outras redes, alguns especialistas dizem que as pessoas que ficam conectados por muitas horas nas redes sociais, durante o trabalho, não sabem que podem estar prejudicando o seu futuro profissional.

No cotidiano desses profissionais a grande maioria acessa diariamente essas redes e que em minha opinião é normal. O que tem de ser ponderado é a quantidade de horas que esses profissionais passam conectados às redes durante o horário de trabalho.

Pesquisa realizada pela Page Talent aponta que 46% dos profissionais entrevistados, checa as redes sociais durante o horário de trabalho. E 42% desse mesmo público passam ao menos uma hora por dia ligado nas redes durante o expediente.

Neste sentido, a produtividade desse profissional, que é um quesito muito utilizado em avaliações de desempenho pode ser prejudicial a sua carreira profissional. Claro que não é somente este quesito existe outros como: falta de autonomia, de conhecimento, de habilidade etc.

Por outro lado as redes sociais são benéficas podendo ser uma aliada na ambiência profissional. Conectada a ela, pode-se relacionar com pessoas -chaves de  seu negócio, de ser manter informado sobres as empresas do mesmo ramo de atuação, do seu concorrente e assim por diante.

Se tiver que acessar redes sociais no seu horário de trabalho, faça isso com inteligência para não prejudicar sua produtividade. A saber algumas dicas.

O que não é legal fazer na rede:

Falar mal da empresa ou dos colegas/ chefes.
Divulgar informações confidenciais como faturamento, clientes etc.
Expor os concorrentes.
Postar fotos internas (festas, confraternizações).
Publicar comentários pejorativos.
Tornar público conteúdo muito pessoal.

Boas dicas para não fazer feio:

 Utilizar a rede para estratégia de Marketing.
 Ampliar a rede de relacionamento.
 Receber comentários ou elogios de pessoas antenadas (avalie notícias de mercado, acontecimentos no mundo etc.).
 Utilizar as redes como ferramenta de pesquisa sobre as empresas.
 Participar ativamente de grupos de interesse/ área de formação / grupos de trabalho.
 Ser referência em algum assunto / tema. 

Fonte: blog.vagas.com.br  

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CONSUMO E AQUECIMENTO GLOBAL

O Instituto Akatu esteve presente na 15ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague. O objetivo era analisar como o consumo estaria sendo pautado nas discussões de mudanças climáticas, além de buscar introduzir as questões relacionadas ao consumo nos eventos paralelos.
Naturalmente, dentro da linha trabalhada pelo Akatu, trata-se de introduzir a questão do poder contido nos atos individuais de consumo, que podemos ser e fazer a mudança de comportamentos para contribuir com a sustentabilidade da vida no planeta. Nesse sentido, é uma reflexão sobre o estilo de vida, sobre o espaço ocupado pelo consumo na vida contemporânea.

Estamos convencidos, no Akatu, de que não haverá sustentabilidade sem uma mudança no estilo de vida das sociedades expresso por mudanças nos comportamentos de consumo. Apenas as mudanças tecnológicas não serão suficientes para fazer frente ao tamanho da crise climática atual. No entanto, a questão do consumo praticamente não foi abordada nas reuniões da COP-15.

Naturalmente, não se esperava que o consumo fosse tratado nas salas de negociações, visto que ali as questões eram mais técnicas e específicas, envolvendo NAMAs, REDD, quanto os países do Anexo 1 deveriam ou não pagar aos países em desenvolvimento, metas de emissão para 2020, entre outros temas. Mas, mesmo nos eventos paralelos do Bella Center, local onde aconteceram as negociações, praticamente não se falou de consumo, que foi mencionado apenas em eventos específicos — por exemplo, onde se fazia a ligação entre desmatamento e consumo de carne. No entanto, tanto quanto pudemos perceber na lista dos eventos paralelos à COP-15, e mesmo nos Fóruns externos ao Bella Center, o consumo não foi abordado sob a perspectiva do indivíduo com capacidade de transformação de seu entorno.

Por outro lado, um tema exaustivamente abordado foi o das novas tecnologias mais sustentáveis, envolvendo desde novas formas de produção de energia e novas tecnologias de produção até sistemas para equipar uma casa sustentável.

Sem dúvida, as tecnologias podem contribuir no combate ao aquecimento global. O risco, no entanto, é de uma acomodação no sentido de se pensar que as novas tecnologias mais sustentáveis vão permitir manter o modelo de consumo atual. Ao pensar assim, esquecemos que as mudanças climáticas são um entre vários problemas ambientais que tornam insustentável a sociedade atual, sem falar nos problemas sociais, econômicos e individuais.

Inovações tecnológicas são necessárias, mas não suficientes
Se, por um lado, é muito bom que se desenvolvam tecnologias mais sustentáveis, as mesmas devem ser tomadas como medidas de transição durante o processo de transição para um novo consumo, um consumo diferente, um novo estilo de vida, em que a sociedade como um todo deverá caminhar na direção dos produtos duráveis mais que os descartáveis, para o local mais do que o global, para o uso compartilhado de produtos mais do que o individual, para o virtual mais do que o material, para o intangível mais do que o tangível, para a qualidade mais do que a quantidade, para o necessário substituindo o desperdício, para a moderação substituindo o excesso.

São mudanças profundas que exigem tempo e implicam em uma mudança de cultura, que, por definição, exigirá tempo da sociedade. Para isso, será preciso educar as crianças e os jovens para o consumo consciente e a sustentabilidade, como o Akatu já vem fazendo com o apoio da HP, e será preciso continuar a sensibilização e a mobilização dos adultos para esse novo modelo de consumo. Esse novo modelo deverá ser apreciado e valorizado pela sociedade, sob pena de não se manter a mudança necessária nos comportamentos de consumo.
O mero uso das tecnologias reforça a inércia dos hábitos atuais, à medida que elas permitem agir exatamente da mesma maneira em nosso consumo com menor uso de recursos naturais, energia e água. No entanto, dado que já consumimos hoje 35% a mais do que a Terra consegue renovar, e que 25% da humanidade consome mais do que o necessário, enquanto 75% consome o mínimo necessário ou abaixo desse mínimo, apenas a mudança no modelo de consumo permitirá a inclusão no mercado de consumo das enormes populações que a ele hoje não tem acesso.

Reproduzir os atuais padrões de consumo, usando tecnologias sustentáveis, não permitirá que o grande problema social de inclusão de toda a humanidade em um modo digno de vida possa ser resolvido. Talvez até mesmo se resolva a questão do aquecimento global, o que não parece provável, mas certamente o mundo se deparará com outros limites naturais e sociais. Melhor começar a mudança mais cedo e não mais tarde, conscientizando as pessoas para o poder e o impacto social e ambiental de seus atos de consumo, e buscando fazer com que um novo modelo de consumo seja gradualmente introduzido e valorizado pela sociedade.  Um modelo onde se consome para viver e não se vive para consumir.
Fonte: Akatu - Mariana Chammas e Helio Mattar

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

ATUALIDADE : FIM DO MUNDO? "Abismo fiscal” nos EUA.

Pra variar sempre no último momento é que vem a cartada final. Agora sim, será o fim do mundo?

Depois das notícias sobre a crise de Europa   que praticamente se esgotaram, o assunto agora é sobre o "Abismo Fiscal nos USA. Esse deve ser o último "cartucho" para gerar um "abismo de neurose" nos mercados?
"PRONTO FALEI!"

A Casa Branca e da Câmara dos Deputados por dois anos vivendo um confronto sobre as taxas fiscais e orçamentos dos programas federais que podem mantê-lo adivinhação para a economia dos EUA até 31 de Dezembro. Presidente Obama e a maioria republicana no a Casa realizou uma série de palestras, no verão de 2011, quando o déficit ameaçou bloquear o funcionamento do país. 

Essas conversas terminou em um acordo que, apesar de passar alguns cortes, também se estendem a assinatura de um importante acordo até depois das eleições . 

Ambas as partes se sabe bem se aumento de impostos sobre os ricos defendendo o presidente Obama venceu o seu apoio nas pesquisas ou se você tem o modelo proposto pelos republicanos, que iria para frente mais facilmente alcançado por um presidente republicano à Casa Branca.


O que é a "lacuna fiscal"

Negociações agosto 2011 para elevar o teto da dívida aprovou uma série de cortes nos gastos federais também têm efeito no final deste ano se a Casa Branca eo Congresso não concordam outra maneira de resolver o problema do déficit. O aumento de impostos equivale a 700.000 milhões (550.000 milhões) e será aplicado automaticamente, como um grande pacote de cortes de gastos públicos.

E alertou o Escritório de Orçamento do Congresso, as mudanças podem aumentar o nível de desemprego acima de 9% e ameaçar a recuperação econômica dos EUA.

O que entra em vigor em 1 de janeiro de 2013

O fim dos cortes de impostos aprovados pelo presidente George W. Bush, para que milhões de famílias veriam sua renda reduzida automaticamente; milhão de casais e fazer uma declaração conjunta vão pagar mais impostos sobre os seus rendimentos, e excluído várias isenções para pequenas e médias empresas.

Famílias americanas com rendimentos anuais entre 40.000 e 68 mil dólares (entre 31.000 e 53.000 euros) iria pagar R $ 2.000 mais um ano se não estendeu os cortes de Bush como Obama quer, de acordo com um relatório do Centro de Política Tributária.

O que Obama propôs

Ele quer manter os cortes de impostos de 1 de janeiro, mas somente para aquelas famílias que entram menos de US $ 250.000 por ano. Isso seria reduzir automaticamente a receita que tem argumento do governo até agora orçamental usado pelos republicanos para criticar os cortes, porque, segundo eles, só piora a ameaça déficit.

Para compensar esta redução, Obama propõe a igualar a taxa de imposto nos escalões superiores com a classe média, pois acredita que só assim contribuirá para a recuperação econômica do país. O presidente pode defender a sua vitória nas urnas endosso dos cidadãos com a proposta, mas disse em seu discurso na noite de terça-feira que ele tinha ouvido falar "todos os americanos".

Proposto pelos republicanos

Para estender os cortes de impostos de Bush para expirar em 31 de dezembro e reduzir o orçamento para vários programas sociais. O presidente da Câmara de Representantes, John Boehner, disse na quarta-feira seus primeiros comentários após a eleição de Obama, eles estavam abertos a negociar esses impostos, mas não sobre os rendimentos mais altos.

Os republicanos se mudaram para esta negativa, embora o presidente é "mais aberto" - e propôs a reforma do sistema de encontrar outros métodos de coleta, de acordo com eles, virá a cortar programas públicos, mas não o orçamento da defesa.

A oposição pode usar a maioria dos recursos ainda na Casa de impor cortes nos programas de saúde pública, como o Medicare eo Medicaid, que prestam cuidados de saúde a pessoas pobres e idosos, cujo custo aumenta constantemente envelhecimento população.

O que aconteceu em agosto de 2011

O Congresso dos EUA deve aprovar a cada ano quanto dinheiro o governo federal toma emprestado para financiar seus gastos. O verão de 2011, meses depois de o Partido Republicano venceu as eleições parlamentares e recuperou a maioria na Câmara dos Deputados, que a superioridade utilizada para forçar a Casa Branca para fazer grandes cortes para reduzir a dívida nacional em troca de aprovação do orçamento.

Obama ofereceu um corte de $ 4 bilhões do orçamento, que incluiu cortes em programas federais, como o Medicare eo Medicaid, mas apenas em troca de aumento dos impostos sobre os rendimentos mais altos. Republicanos oposição ao bloco no último caso, e até ao último momento.

Essas negociações forçaram a republicanos para aderir a um corte no orçamento de defesa, que seria mais tarde duramente criticada por um candidato presidencial, Mitt Romney, enquanto a Casa Branca e os democratas negociações difíceis que manteve interna, como nem todos os representantes concordaram com Obama, também aceito

A empresa aprovou um aumento no teto da dívida de US $ 2,4 trilhões e automaticamente cortar o orçamento de 900 mil milhões.

Fonte: 
http://internacional.elpais.com
http://exame.abril.com.br